As manchas solares surgem devido a alterações dos melanócitos (células responsáveis pela produção de melanina) desencadeadas pela exposição excessiva e prolongada à radiação ultravioleta, sem a proteção adequada. É importante lembrar que o sol tem efeito cumulativo na pele, então quanto mais exposição ao longo da vida, maiores as chances de apresentar manchas.
Entre os tipos mais comuns estão as melanoses solares, as sardas, a leucodermia e o melasma, que costuma piorar com a radiação UV. O tratamento varia de acordo com cada caso e pode incluir peelings químicos, lasers, luz intensa pulsada, microagulhamento com ativos clareadores e o uso contínuo de dermocosméticos específicos.
Para manter os resultados e prevenir novas manchas, a fotoproteção diária é indispensável, com uso de filtro solar de amplo espectro, preferencialmente com cor, reaplicação ao longo do dia e proteção física, como chapéus e óculos.
FAQ
É possível tratar manchas solares durante o verão?
Sim, desde que haja fotoproteção rigorosa antes e após o tratamento.
O tratamento vai clarear completamente a pele?
Os procedimentos dermatológicos podem clarear significativamente as manchas e uniformizar o tom da pele, mas o resultado final depende de fatores como profundidade da pigmentação, tipo de pele e hábitos de exposição ao sol.
Todas as manchas solares podem evoluir para câncer de pele?
Nem todas. Na maioria das vezes, elas são benignas e não evoluem para o câncer de pele. É o caso das melanoses solares, por exemplo. No entanto, elas podem servir de alerta para o risco de desenvolver a doença.