Caracterizada principalmente pela perda de tônus e elasticidade da pele, a flacidez facial é resultado da associação de alguns fatores desencadeados pelo processo natural de envelhecimento, como a redução de colágeno, atrofia da musculatura, perda de gordura facial e reabsorção dos ossos da face.
Além dos fatores intrínsecos citados, a flacidez facial pode ser intensificada por certos hábitos, como a exposição solar sem proteção, fumo, álcool em excesso, má alimentação e sedentarismo.
Os tratamentos mais eficazes para o quadro são aqueles que estimulam de maneira intensa a neocolagênese, ou seja, ativam os fibroblastos para que eles produzam novas fibras de colágeno. Na dermatologia não faltam tecnologias e procedimentos capazes de cumprir essa função, como os bioestimuladores injetáveis, fios de sustentação e os vários tipos de laser.
FAQ
Vale a pena tomar colágeno para combater a flacidez facial?
O consumo de suplementos de colágeno pode ajudar na manutenção da saúde da pele, mas seus efeitos são sutis e graduais. Para resultados visíveis contra a flacidez, é necessário associar essa suplementação a tratamentos dermatológicos que estimulem de forma mais intensa a produção de novas fibras de colágeno.
Cremes anti-idade realmente funcionam contra a flacidez facial?
Os cremes podem melhorar a hidratação e a textura da pele, mas seu alcance é superficial. A flacidez acontece nas camadas mais profundas, e para tratá-la de forma efetiva são necessários procedimentos que estimulem o colágeno de dentro para fora, como lasers, bioestimuladores e fios de sustentação.
A flacidez facial pode ser prevenida ou apenas tratada?
Embora não seja possível evitar completamente a flacidez, é possível retardar seu aparecimento e minimizar sua intensidade. Cuidados como uso diário de protetor solar, alimentação equilibrada, prática de exercícios e abandono de hábitos prejudiciais, como fumar, ajudam a preservar a estrutura e a elasticidade da pele por mais tempo.